O GAM

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O Grupo de Amigos do Manigoto (GAM) é uma associação sem fins lucrativos constituída em 23 de Novembro de 1992.

Teve como objectivo inicial “desenvolver actividades culturais e recreativas, com vista à valorização do Manigoto”. Nesse contexto, o Grupo fixou também alguns objectivos específicos, como por exemplo: Criar, manter e desenvolver o museu do Manigoto; Organizar exposições temporárias; Promover acções de sensibilização e de formação; Editar um jornal e outros documentos; Criar um grupo de animação; Dinamizar passeios e visitas de estudo.

À medida que foram sendo desenvolvidas actividades com vista à concretização destes e de outros objectivos, os associados e a população em geral sentiram necessidade de alterar os estatutos para que o GAM também passasse a desenvolver actividades na área social.

Em 22 de Novembro de 1996, após quatro anos, procedeu-se à alteração dos estatutos da associação que passou a ter como objectivo “desenvolver actividades, serviços e melhoramentos socioculturais, com vista à valorização dos associados e amigos do Manigoto”.

Neste sentido, o GAM propunha-se criar, manter e desenvolver três valências: Centro Social; Centro Cultural e Centro Turístico.

A nível do Centro Social, foram já criados diversos serviços de apoio à população: Centro de Actividades de Tempos Livres, desde Março de 1998; Apoio Domiciliário, desde Julho de 1998; Serviço de Refeições e Centro de Dia, desde Junho de 1999. Foi ainda projectado e concluído o Jardim Aida Roque Simões, inaugurado em Dezembro de 2000. No futuro, o Centro Social pretende avançar com outros projectos: Centro de Apoio Comunitário, Polidesportivo e Piscina.

Em relação ao Centro Cultural, é de destacar a criação do Espaço Museológico do Manigoto com exposições temporárias (desde 1992) e exposição permanente (a partir de 1998). A nível de publicações, é de salientar o jornal O Manigoto, editado regularmente desde 1995; bem como a publicação de dois livros: Viveres da Terra, uma colectânea de poemas da autoria de Maria Margarida Fonseca, editado em 1999; Receitas de Culinária da Menina Aidinha, uma colectânea de receitas antigas editada em 2000; Diocese de Pinhel – Antologia documental editada em 2002 e Os Nomes da Terra, uma peça de teatro editada em 2003. De um modo geral, o Centro Cultural também é responsável pela promoção de Actividades Culturais e Recreativas, bem como pela manutenção da Biblioteca e do Arquivo Histórico do Manigoto.

Finalmente, no que diz respeito ao Centro Turístico, os objectivos prendem-se com a criação de serviços de informação, de exposição e venda de produtos regionais e de acompanhamento em circuitos turísticos locais. Daquilo que já foi feito, é de referir a promoção da freguesia através da publicação de um desdobrável sobre o Manigoto (1999) e de vários postais; bem como através da participação em feiras e exposições. De um modo mais contínuo, o Centro tem vindo a fazer a inventariação e o estudo do Património Natural, Histórico, Cultural, Artístico e Humano.

Actualmente, o Grupo de Amigos do Manigoto é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos, sendo também Centro Cultural e Desportivo do INATEL. Encontra-se inscrita no Registo Nacional de Associações Juvenis do Instituto Português da Juventude. É associada da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social, da Federação Nacional de Associações Juvenis e da Federação das Associações do Distrito da Guarda.